Tenho amigos meus que, ao lerem os 'posts' que aqui publico me consideram 'bushista e sharonista'.
Ora, devo dizer que tal não é verdade. Defendo, como sempre defendi, a necessidade de uma aliança firme com os EUA, com e sem Bush na presidência. Para mim, esta aliança é o pilar e o garante da nossa civilização.
É verdade que nutro uma enorme simpatia pelo Estado de Israel. Agora, comparar isso a um apoio incondicional a Sharon vai um passo demasiado grande.
A admiração que tenho por Israel, na luta, podemos chamar-lhe assim, 'por um lugar ao sol' não me impede de entender que os Palestinianos têm direito a um Estado independente e soberano. Uma Palestina livre é, não apenas um meio de atingir a paz na região, como também uma questão de elementar justiça.
Publicado por André Abrantes Amaral em março 18, 2004 09:56 AMCaro André, este seu post cheira-me a politicamente correcto, talvez até um pouco romântico. A aliança firme com os EUA, assim como uma alinça global de todos os países democráticos é o sonho do Homem. The problem is... the power! Sim o poder embriaga e um país com a história recente como tem os states, o poder bélico tecnológico e consequentemente político, gera lideres que consciente ou inconscientemente se julgam "donos do mundo" esse é o grande senão de uma aliança com os "senhores do mundo".
Quanto à questão Israel/Palestina, é por demais complexa para conseguir colocar neste espaço. E até poderia ser considerado como falta de cortesia ocupar tanto espaço, com a minha visão. Guardarei essas palavras para encher lá o meu espaço, ao qual aproveito desde já para agradecer a sua visita.
Pois é André,a America tem o azar de ter nesta altura tão importante da historia um presidente que não está há altura do "Ideal do American dream".Restamos a esperança que a ideia da America seja maior que os homens que a dirigem.
Disse um ilustre escritor françês que a America é tudo aquilo que a Europa gostava de ser e não consegue (coisa que não reconhece....inveja ,falta de franqueza...).
Quanto ao Sharon ,não se pode julgar de consciência leve ,a historia da europa e dos aliados é demasiado turva ,na época da segunda grande guerra , para o fazer.
Eu gostava de ser pacifista mas acho que realmente não sou,nem virei nunca a ser. Sinto uma imensa simpatia pelo exercito Israelista que luta pela defesa de um estado que não deixa de ser uma utopia .
A necessidade da existência do estado de Israel daria longa conversa.
Fica para uotro dia.