A economia norte-americana surpreende. Durante meses foi-nos dito que a economia nos EUA ia desta para pior. O dólar seria substituído pelo euro, uma moeda forte, como referencia internacional. O euro valorizava-se, dia após dia, perante todas as divisas internacionais e a Europa escaparia incólume à crise proveniente da América e do Reino Unido. Tinham sido eles os maiores beneficiados com a pujança económica sustentada na especulação imobiliária. Seria correcto fosse os mesmos a pagar com uma recessão. Algo grave que destruísse a base do capitalismo.
Passou um ano e a Europa está economicamente estagnada. Passou um ano e a Europa depende energeticamente da Rússia. De uma Rússia que invadiu a Geórgia e assusta os restantes países que subjugou até 1991.
Perturbado ou não, cada dia me convenço mais que já vi este filme.